Comecei este mês os ensaios da Ópera "Efeito Imediato", uma adaptação de José Lourenço da Ópera Boatswain's Mate da compositora Ethel Smyth e que irá estrear no final do mês de Março no Algarve, a Ópera é uma produção da ACTA :: A companhia de Teatro do Algarve http://www.actateatro.org.pt/, com encenação de José Lourenço e participação de João Cipriano, Nuno Dias, Mario Spencer e Joana Barata.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Efeito Imediato - Ethel Smyth
Comecei este mês os ensaios da Ópera "Efeito Imediato", uma adaptação de José Lourenço da Ópera Boatswain's Mate da compositora Ethel Smyth e que irá estrear no final do mês de Março no Algarve, a Ópera é uma produção da ACTA :: A companhia de Teatro do Algarve http://www.actateatro.org.pt/, com encenação de José Lourenço e participação de João Cipriano, Nuno Dias, Mario Spencer e Joana Barata.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Amor de Perdição, última récita!!!!
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Amor de Perdição
De Volta Pontevedra

Foi no dia 23 de Dezembro que voltei a Pontevedra com o meu colega e amigo José Lourenço, para mais um concerto de Ópera, desta vez no Pazo de Cultura, um espaço fantástico, com uma excelente acústica.Fomos acompanhados pela Orquestra Filarmónica de Pontevedra e tivemos a direcção de Javier Viceiro... Até breve!!!!
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
AMOR DE PERDIÇÃO

“Amor de perdição” é uma ópera em três actos, cujo libreto de Francisco Bernardo, é baseado no romance de Camilo de Castelo Branco, escrito em 1861 e considerado como uma obra-prima do romantismo em Portugal. A versão Portuguesa do libreto é da responsabilidade de Maria João Braga Santos , com música de João Arroyo
12 de Dezembro, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório da Casa das Artes, Famalicão - Estreia
Entrada: 10 eurosM/3Duração 150 m com intervalo
"A ópera do Sr. Conselheiro João Arroyo : Amor de Perdição cantada pela 1ª vez no Real Theatro de S. Carlos na noite de 2 de Março de 1907 "
A acção passa-se em Portugal no século XIX, entre Viseu (nos dois primeiros actos) e o Porto (no último acto). Este drama passional bem ao estilo romântico, descreve, como na história de “Romeu e Julieta”, a saga de dois apaixonados que têm como obstáculo à concretização do seu amor a rivalidade existente entre as suas famílias, os Albuquerque e os Botelho. Simão, um dos cinco filhos de Domingos Botelho, um jovem com temperamento explosivo, apaixona-se pela sua vizinha, Teresa Albuquerque. Descoberto o namoro proibido, Domingos Botelho envia seu filho para Coimbra, e assim a Teresa restam-lhe duas opções: ou casar com seu primo, Baltasar, ou ingressar na vida religiosa. Durante algum tempo os jovens apaixonados resistem à sua separação trocando correspondência com a ajuda de Mariana, filha do ferreiro João da Cruz. Inevitavelmente, Mariana acaba por se apaixonar por Simão, embora saiba que esse amor jamais poderá ser correspondido. Depois de ameaças e atentados, Teresa rejeita o casamento, e é enviada para o Convento de Monchique, no Porto. Simão resolve raptá-la acabando por matar o seu rival, Baltasar, e entrega-se à polícia. João da Cruz tenta ajudá-lo a fugir, mas ele recusa, como seria de esperar de um típico herói romântico. Enquanto Simão vai para a cadeia, Teresa vai para o Convento e Mariana opta por se manter ao lado de Simão, ajudando-o sempre que possível. Condenado à forca, Simão vê a sua sentença comutada, e é deportado para a Índia. Ao ver o seu amor partir e com a dor da despedida, Teresa morre de desgosto. Durante a viagem, Mariana mostra a Simão a última carta de Teresa. Simão apercebendo-se da morte de Teresa, tem uma febre inexplicável e morre. Na manhã seguinte o seu corpo é lançado ao mar e Mariana não suportando a dor da sua perda, atira-se ao mar, suicidando-se abraçada ao seu amor.
Director artístico António Salgado
Maestro António Saiote
Encenador Marcos Barbosa
Personagens/Cantores
Tadeu d’Albuquerque, pai de Teresa Rui Silva /António Salgado
Teresa d’Albuquerque, sua filha Marina Pacheco
Baltasar Coutinho, primo e pretendente de Teresa José Lourenço
Margarida, sua irmã Ana Barros
Simão Botelho, filho de Domingos BotelhoManuel Soares / Mário João Alves
Mariana da Cruz, filha do ferreiro João da Cruz Luísa Barriga
Abadessa do Convento de Monchique no Porto Ângela Alves
Freira do Mosteiro de Viseu Susana Milena
Nobres e Damas, amigos da família Albuquerque, Populares, Polícias,Soldados, Marinheiros, Freiras, Monges e um Padre Coro do Centro de Estudos em Ópera e Teatro Musica da Universidade de Aveiro (CEOTM-UA)
Orquestra
Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto (ESMAE)
Coro
Coro do Centro de Estudos em Ópera e Teatro Musical da Universidade de Aveiro
Correpetidor
Angel Casado
Bailarinos - Ballet Teatro Escola Profissional
Alexandra Nogueira Dupont
Bruno Brazete Fernandes
Inês Monteiro Ribeiro
Natasha Rochelle da Silva Alves
Pedro Miguel Jacobetty França
Tiago Ismael Monteiro Rocha
Coreografia e assistência de encenação Leonor Zertuche
Director Técnico Pedro Carvalho
Concepção Plástica Marcos Barbosa
(Coordenação)Leonor Zertuche
(Luz)Fernando Ribeiro
(Cenografia)Rodrigo Areias
(Vídeo)Ricardo Freitas
(Vídeo)Susana Abreu
(Figurinos)Fernando Lemos
(Técnico de Cenografia)Pedro Almeida
(Imagem da Ópera e organização Gráfica do programa)Sara Amado
(Imagem Gráfica da Capa do programa )
Produção Álvaro Santos
(Direcção de Produção)
Filipa Lã
(Produção Executiva Organização e co-produção Drama per Musica, OperaNorte, CASA das ARTES de V.N. Famalicão
Apoios
DGArtes/Ministério da Cultura
Casa das Artes de V.N. Famalicão
Centro de Estudos em Ópera e Teatro Musical da Universidade de Aveiro (CEOTM-UA)Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro (DECA-UA)
Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto (ESMAE)
12 de Dezembro, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório da Casa das Artes, Famalicão - Estreia
Entrada: 10 eurosM/3Duração 150 m com intervalo
"A ópera do Sr. Conselheiro João Arroyo : Amor de Perdição cantada pela 1ª vez no Real Theatro de S. Carlos na noite de 2 de Março de 1907 "
A acção passa-se em Portugal no século XIX, entre Viseu (nos dois primeiros actos) e o Porto (no último acto). Este drama passional bem ao estilo romântico, descreve, como na história de “Romeu e Julieta”, a saga de dois apaixonados que têm como obstáculo à concretização do seu amor a rivalidade existente entre as suas famílias, os Albuquerque e os Botelho. Simão, um dos cinco filhos de Domingos Botelho, um jovem com temperamento explosivo, apaixona-se pela sua vizinha, Teresa Albuquerque. Descoberto o namoro proibido, Domingos Botelho envia seu filho para Coimbra, e assim a Teresa restam-lhe duas opções: ou casar com seu primo, Baltasar, ou ingressar na vida religiosa. Durante algum tempo os jovens apaixonados resistem à sua separação trocando correspondência com a ajuda de Mariana, filha do ferreiro João da Cruz. Inevitavelmente, Mariana acaba por se apaixonar por Simão, embora saiba que esse amor jamais poderá ser correspondido. Depois de ameaças e atentados, Teresa rejeita o casamento, e é enviada para o Convento de Monchique, no Porto. Simão resolve raptá-la acabando por matar o seu rival, Baltasar, e entrega-se à polícia. João da Cruz tenta ajudá-lo a fugir, mas ele recusa, como seria de esperar de um típico herói romântico. Enquanto Simão vai para a cadeia, Teresa vai para o Convento e Mariana opta por se manter ao lado de Simão, ajudando-o sempre que possível. Condenado à forca, Simão vê a sua sentença comutada, e é deportado para a Índia. Ao ver o seu amor partir e com a dor da despedida, Teresa morre de desgosto. Durante a viagem, Mariana mostra a Simão a última carta de Teresa. Simão apercebendo-se da morte de Teresa, tem uma febre inexplicável e morre. Na manhã seguinte o seu corpo é lançado ao mar e Mariana não suportando a dor da sua perda, atira-se ao mar, suicidando-se abraçada ao seu amor.
Director artístico António Salgado
Maestro António Saiote
Encenador Marcos Barbosa
Personagens/Cantores
Tadeu d’Albuquerque, pai de Teresa Rui Silva /António Salgado
Teresa d’Albuquerque, sua filha Marina Pacheco
Baltasar Coutinho, primo e pretendente de Teresa José Lourenço
Margarida, sua irmã Ana Barros
Simão Botelho, filho de Domingos BotelhoManuel Soares / Mário João Alves
Mariana da Cruz, filha do ferreiro João da Cruz Luísa Barriga
Abadessa do Convento de Monchique no Porto Ângela Alves
Freira do Mosteiro de Viseu Susana Milena
Nobres e Damas, amigos da família Albuquerque, Populares, Polícias,Soldados, Marinheiros, Freiras, Monges e um Padre Coro do Centro de Estudos em Ópera e Teatro Musica da Universidade de Aveiro (CEOTM-UA)
Orquestra
Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto (ESMAE)
Coro
Coro do Centro de Estudos em Ópera e Teatro Musical da Universidade de Aveiro
Correpetidor
Angel Casado
Bailarinos - Ballet Teatro Escola Profissional
Alexandra Nogueira Dupont
Bruno Brazete Fernandes
Inês Monteiro Ribeiro
Natasha Rochelle da Silva Alves
Pedro Miguel Jacobetty França
Tiago Ismael Monteiro Rocha
Coreografia e assistência de encenação Leonor Zertuche
Director Técnico Pedro Carvalho
Concepção Plástica Marcos Barbosa
(Coordenação)Leonor Zertuche
(Luz)Fernando Ribeiro
(Cenografia)Rodrigo Areias
(Vídeo)Ricardo Freitas
(Vídeo)Susana Abreu
(Figurinos)Fernando Lemos
(Técnico de Cenografia)Pedro Almeida
(Imagem da Ópera e organização Gráfica do programa)Sara Amado
(Imagem Gráfica da Capa do programa )
Produção Álvaro Santos
(Direcção de Produção)
Filipa Lã
(Produção Executiva Organização e co-produção Drama per Musica, OperaNorte, CASA das ARTES de V.N. Famalicão
Apoios
DGArtes/Ministério da Cultura
Casa das Artes de V.N. Famalicão
Centro de Estudos em Ópera e Teatro Musical da Universidade de Aveiro (CEOTM-UA)Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro (DECA-UA)
Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto (ESMAE)
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
CONCERTO COM A ORQUESTRA FILARMONICA DE PONTEVEDRA
Parabéns!!! Até Novembro....
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
BOCA
SINOPSEUm apaixonado, um escrivão, um coleccionador. O apaixonado, incapaz de exprimir por palavras a paixão que o arrebata, dirige-se a um escritor profissional – o escrivão – para que ele o faça em seu lugar sob forma de ardente carta. Mas o escrivão expressa-se num estilo convencional, recheado de chavões e lugares-comuns, que não corresponde ao sentimento difuso, inflamado e indizível do seu cliente. Após varias versões falhadas da impossível missiva, todas elas severamente criticadas pelo apaixonado que desconfia do talento do escrivão, este último propõe-lhe uma visita a um grande coleccionador que, entre outras preciosidades, possui uma extraordinária amostra de cartas literárias célebres.
CARTAS UTILIZADAS
Heloísa (a Abelardo)
Mariana Alcoforado (ao Cavaleiro Chamilly)
Suzette de Gontard (a Hölderin)
Bettina Brentano (a Goethe)
Julliette Drouet (a Hugo)
Guillaume Apollinaire (a Lou)
Franz Kafka (a Milena)
Fernando Pessoa (a Ofélia)
Lettera amorosa de Monteverdi
O PONTO DE VISTA DOS AUTORES
Há mais corpo no textodo que texto no corpo?
Parecia-nos desejável que este texto para café-concerto não se limitasse a ironizar,que arriscasse portanto a auto-ironia que falasse da fragilidade das nossas convicções e não somente das imperfeições do mundo.
Embora o amor seja, por vezes, entendido como lugar de legitimação, ele apresenta-se sobretudo como parcela de litígio. Mas a parte amante esquiva-se, quase sempre, a ser apenas parte...
O amor não é universal. O amor não é um sentimento. O amor não é um sentimento universal. O amor não é um estado repetível. O amor não é apanágio dos ricos. O amor não é o ópio do povo. O amor nunca é estável. O amor nunca é confortável. O amor nunca é correspondido. O amor nunca é compreendido. O amor nunca é prometido. O amor nunca é permitido. Cada amor é oculto. Cada amor é um amor perfeito. Cada amor é um amor imperfeito.
Por isso as cartas de amor são, na sua inspiração, inimitáveis, se bem que banais na forma. Elas não são literatura ou então são a mais pura literatura. Elas são a oferenda e a sua impossibildade. Amamos por defeito, escrevemos por impotência.
Saguenail e Regina Guimarães
Há mais corpo no textodo que texto no corpo?
Parecia-nos desejável que este texto para café-concerto não se limitasse a ironizar,que arriscasse portanto a auto-ironia que falasse da fragilidade das nossas convicções e não somente das imperfeições do mundo.
Embora o amor seja, por vezes, entendido como lugar de legitimação, ele apresenta-se sobretudo como parcela de litígio. Mas a parte amante esquiva-se, quase sempre, a ser apenas parte...
O amor não é universal. O amor não é um sentimento. O amor não é um sentimento universal. O amor não é um estado repetível. O amor não é apanágio dos ricos. O amor não é o ópio do povo. O amor nunca é estável. O amor nunca é confortável. O amor nunca é correspondido. O amor nunca é compreendido. O amor nunca é prometido. O amor nunca é permitido. Cada amor é oculto. Cada amor é um amor perfeito. Cada amor é um amor imperfeito.
Por isso as cartas de amor são, na sua inspiração, inimitáveis, se bem que banais na forma. Elas não são literatura ou então são a mais pura literatura. Elas são a oferenda e a sua impossibildade. Amamos por defeito, escrevemos por impotência.
Saguenail e Regina Guimarães
FICHA TÉCNICA
Direcção, Cenografia e Figurinos Ana Luena
Música Original Magna Ferreira e Fernando Rodrigues
Texto Regina Guimarães e Saguenail
Intérpretes
Intérpretes
[Actores] Luciano Amarelo, Mário Santos e Pedro Mendonça [Músico] Fernando Rodrigues [Cantora] Ana de Barros
Desenho e Operação de luz Mário Bessa
Desenho e Operação de luz Mário Bessa
Direcção de Movimento Luciano Amarelo
Banda Sonora e Operação de Som Fernando Rodrigues
Fotografia Marco Maurício
Fotografia Marco Maurício
Design Gráfico R2 design
Produção Executiva Sara Leite
Produção Executiva Sara Leite
Direcção de Produção Susana Lamarão
O Teatro Bruto é uma companhia apoiada pelo Ministério da Cultura/Direcção Geral das Artes
O Teatro Bruto é uma companhia apoiada pelo Ministério da Cultura/Direcção Geral das Artes
Subscrever:
Mensagens (Atom)


